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Tecido feito com madeira de naufrágio

Galeria Foster + Partners em Xangai, madeira de naufrágio virou vestido e a Nvidia quer "agents" em todo CPU

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O que preparamos para hoje:

  • Foster + Partners inaugura galeria de arte no novo distrito de Xangai

  • Madeira de 300 anos extraída de naufrágio vira vestido zero-waste na Finlândia

  • A Nvidia aposta US$ 200 bi em CPUs com IA — e isso afeta nossas obras?

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Foster + Partners abre galeria no novo distrito de Xangai


A galeria Jia Art acaba de abrir as portas na orla norte de Xangai, como parte do desenvolvimento Changfeng, projetado pelo próprio Foster + Partners. O edifício fica no primeiro lote concluído de um plano diretor maior, e é interessante ver como uma galeria de arte vira âncora de um projeto misto — não é shopping, não é escritório. É cultura como motor de bairro.

O que me chamou atenção foi como a arquitetura da galeria dialoga com a água do rio IJ, criando uma relação direta entre o visitante e o cais. Parece que o Foster está explorando essa coisa de "território" que a gente briga tanto em projeto — onde o prédio termina e a cidade começa. A gente passa meses desenhando isso em CAD e às vezes o resultado final nem lembra a intenção.

Madeira de naufrágio do século XVII virou vestido na Finlândia


Pesquisadores da Aalto University, na Finlândia, resgataram madeira do naufrágio Hahtiperä, afundado em 2021 sob um estacionamento em Oulu. A madeira tem mais de 300 anos e foi transformada em fio, depois em tricô, depois em um vestido zero-waste. Zero. Desperdício. Zero.

O vestido usa madeira de carga que estava sendo transportada pelo navio no século XVII. Pensa só: aquela madeira sobreviveu a séculos debaixo d'água, carregou mercadorias pelo Báltico, e agora vira roupa. A ideia de circularidade aqui é real, não é buzzword de pitch de startup.

Quer um "estagiário" que nunca dorme pra ajudar no projeto?

A Nvidia apresentou um computador de IA por cerca de US$ 249 que pode substituir boa parte do que hoje muita gente paga em serviços online de inteligência artificial. A ideia é simples: em vez de depender da internet e pagar mensalidades, esse tipo de equipamento roda assistentes inteligentes diretamente na sua casa ou empresa, trabalhando 24 horas por dia em tarefas como escrever, analisar documentos e ajudar em projetos. Segundo o CEO Jensen Huang, o próximo grande mercado será justamente esse — computadores acessíveis capazes de executar “agentes de IA” de forma local, reduzindo custos e dando mais autonomia para as pessoas.

Imagina: você descreve seu projeto de reforma pro assistente de IA, e ele sugere materiais, cria um cronograma preliminar, alerta sobre normas técnicas, e ainda te lembra que esqueceu de incluir o banheiro acessível no térreo. Tudo isso enquanto você toma café e sem pagar mensalidade.

Dica prática:

enquanto esses novos computadores de IA não chegam para o nosso dia a dia, você já pode dar um passo simples e começar organizando a sua obra com o app O Canteiro Gestão. Em vez de se perder em planilhas e cadernos, você controla materiais, orçamentos e etapas de cada projeto direto do celular, de um jeito simples e sem complicação. Confere lá na loja:

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